30 de nov de 2007

É cada uma viu !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Acabau de haver um tumulto no metro de São Paulo.
O iG, aquela pérola de portal me solta isso:

"Fala, internauta! Você estava na estação do metrô?
30/11 - 15:08 - RedaçãoPelo menos três pessoas ficaram feridas na estação Liberdade do metrô, em São Paulo, em uma tentativa de fuga de acusados de roubar uma agência do Banco Bradesco na região da praça da Sé, no centro da cidade.Você estava na estação no momento? Mande seu relato, fotos da correria ou vídeo para o Último Segundo, através do e-mail
ultimosegundo@ig.com"

Porra, vai se fuder quem teve a idéia de colocar isso.
Imagine o estado de choque das pessoas que estavam no local, mande a mãe de quem teve a brilhante idéia de colocar isso escrever e contar algo.

Ser mulher é mais difícil do que ser homem, mesmo se você não nasceu na China ou no Congo

A volta do feminismo - por Vera Gonçalves de Araújo
Há alguns meses, li um romance que me impressionou. A autora é a holandesa Renate Dorrestein (pelo que vi no Google, ainda não foi publicada no Brasil). Falei dele com as amigas mas nunca tive coragem de discutir sobre o livro com um homem. É a história de Heleen, 50 anos, com um marido gentil e solidário. Por culpa dos hormônios da menopausa, ela não tem mais vontade de fazer sexo com ele. E ele, apesar de gentil e solidário etc., nem imagina qual é o problema de Heleen, que luta com filhos adolescentes, com a mãe que teve um derrame e o marido ignaro de suas ansiedades e vergonhas.Heleen, entre todos os problemas provocados principalmente pela mãe maluquinha, procura, sem conseguir e com efeitos cômicos, ter coragem de entrar numa farmácia e comprar um creme contra a secura vaginal, esperando resolver assim o problema da falta de desejo que não consegue confessar ao marido. Essa coisa da secura me impressionou: nunca tinha ouvido falar disso. Acontece de verdade, durante a menopausa? As minhas amigas juraram que não, com piadinhas bestas tipo "se acontecer, é só mudar de marido", mas eu fiquei na dúvida. E a minha cabeleireira Daniela, uma linda senhora de 60 anos cheia de namorados, me confirmou que a secura vaginal existe e que na sua idade é um problema comum. Ser mulher é mais difícil do que ser homem, mesmo se você não nasceu na China ou no Congo. Não é fácil admitir isso, porque a igualdade absoluta é uma idéia muito mais chique, mas as mulheres são fisicamente mais complicadas do que os homens. Dos 12 aos 50 anos, sofrem com as menstruações. Dos 50 em diante, sofrem com a menopausa. Mudanças de humor, tpm, transtornos hormonais, luas uterinas, dores e anemias as acompanham por toda a vida. É assim desde sempre, e nenhum homem pode entender, a não ser um bom ginecologista. Maridos e namorados se assustam, não entendem essa gangorra contínua, não entendem como é cansativo defender um sistema reprodutivo tão misterioso e complexo. O leitor homem pode pensar: quem me defende dos meus problemas? Somos adultos, ninguém defende ninguém. Mas as mulheres, até as mais fortes e emancipadas, têm na barriga uma fragilidade a mais. Lembrei do romance da Renate Dorrestein vendo na TV as imagens da grande passeata contra a violência contra as mulheres, em Roma, no sábado passado. Não pude participar, mas vi e ouvi, com saudade e prazer, as caras e a voz de 150 mil mulheres de todas as gerações caminhando lado a lado, numa manifestação de força e paz. Algumas garotas foram fotografadas fazendo o antigo gesto que simboliza o útero, com as pontas dos polegares e dos indicadores unidas. Um gesto que durante anos foi considerado obsceno e agressivo, mas que vejo com ternura, relembrando as primeiras manifestações feministas. Sempre o considerei uma mensagem de diálogo, não de agressão. Mesmo porque não existe nada de mais íntimo e misterioso (e menos agressivo) do que um útero. Nos anos 70 e 80 falou-se muito do corpo das mulheres, do que há dentro de um corpo feminino. Hoje só se fala do que está do lado de fora, e digo isso sem moralismo. No sábado passado, em Roma, foi bom ver tantas mulheres juntas, embora a mídia tenha noticiado principalmente as vaias e insultos de um pequeno grupo de extremistas contra ministras e deputadas. Depois de vinte anos de silêncio, as bruxas estão de novo soltas.
Fale com Vera G. de Araújo: veragdearaujo@terra.com.br

26 de nov de 2007

É ou não é o país da putaria.


Caetano e Tom Jobim embalaram romance de Mônica e Calheiros.

PQP, isso aqui é uma zona sem tamanho.

7 mortos e a copa de 2014 é nossa

É melhor você ler e refletir.
Em 2014 teremos milhares de torcedores e apaixonados pelo futebol nas ruas e nos estádios desse país. Será que merecemos a Copa do Mundo ? Temos condições de realizá-la ?

23 de nov de 2007

Uma verdade inconveniente


Essa madrugada foi diferente.
Minha filha não queria dormir, então fiquei acordado e zepeando pelo menu da TV vi que o filme Uma Verdade Inconveniente iria começar.
Comprei no ppv e iniciei minha jornada e meu teste de paciência para ver Al Gore.
SURPRESA TOTAL.
Eu já falei mal de Al Gore aqui nesse Blog e vejo que cometi um grande erro. Seus estudos são sérios, sua apresentação é séria, seus argumentos são sérios e todos nós deveríamos ver esse documentário. Aliás, deveria passar em todas as escolas e faculdades.
Realmente é um alerta passado de uma maneira clara e sem enrolação.
Acho que devemos fazer alguma coisa mesmo, isso aqui vai acabar logo logo.

14 de nov de 2007

Tremor no Chile, vem um tsunami por aí ?

O terremoto ocorreu a uma profundidade de 60 km e seu epicentro foi a 154 km da cidade de Antofagasta.

De acordo com os primeiros relatos, o tremor provocou cortes de energia, além de alguns danos menores.

As autoridades americanas lançaram um alerta de tsunami no Pacífico, depois do terremoto.

Será ?!?

9 de nov de 2007

Major do Bope ironiza morte de seqüestrador do 174

Por RAPHAEL GOMIDE, enviado da Folha de S.Paulo a Porto Alegre.


Absolvido pela Justiça da acusação de assassinato, o major do Bope Ricardo Soares narrou em palestra a cerca de 130 policiais de todo o país como o seqüestrador do ônibus 174, Sandro do Nascimento, 21, morreu dentro de um camburão no Rio, em junho de 2000. O relato foi feito no fim de semana, em Porto Alegre.

Tive a oportunidade de ver Õnibus 174 na mostra de cinema de São Paulo. Na época muito se falou sobre o filme e sobre o sequestrador, que na época foi tratado como vítima de um sistema.

É bastante complicado, quem estava fora da situação achou que a polícia errou, e errou mesmo (o policial errou os dois tiros (acertou o queixo da refém e errou o outro) e Sandro matou a refém, a professora Geísa Firmo Gonçalves, 20, com três tiros.).

Quem esteve dentro com certeza não ligou muito para morte de Sandro, mas lamentou o que aconteceu com Geísa. Se ela estivesse viva hoje, o BOPE seria o herói daquele dia.

Em operações policiais erros, acidentes e mortes acontecem. O que não dá é para ficarmos aqui defendendo bandidos, de alto ou baixo escalão.

Seminua, Flávia Alessandra grava cenas de Duas Caras

Seminua ???Tanto se falou da cena, é tapa-sexo, seios com purpurina; bom, pela foto é mais marketing mesmo. Aliás, ela está horrível.

7 de nov de 2007

1 homem, 1 corna e 1 puta


Mais uma da série: O FIM SE APROXIMA.
Achei que não tivesse mais o que comentar sobre a putaria na política brasileira, mas quando li essa notícia no UOL foi o fim do mundo.

"Segundo Mônica, o esforço do casal, que tem três filhos homens, em gerar uma menina faz parte da busca pela felicidade."

Meu Deus.
A puta apoiando a corna, o que mais falta nesse país ???

6 de nov de 2007

Lucro do Itaú em 9 meses supera lucro anual de qualquer banco no Brasil

Segundo levantamento da consultoria Economática, o lucro do Itaú em nove meses de 2007, de R$ 6,444 bilhões, já supera o lucro anual (em 12 meses) de qualquer de banco brasileiro de capital aberto nos últimos 20 anos. Os números do Itaú foram divulgados nesta terça-feira pela instituição.

O lucro de R$ 6,444 bilhões divulgado pelo Itaú significa um crescimento de 112,7% em relação ao resultado obtido no mesmo período de 2006, de R$ 3,029 bilhões. No terceiro trimestre, o lucro do banco ficou em R$ 2,428 bilhões, uma expansão de 14,8% em relação ao segundo trimestre deste ano, quando o lucro foi de R$ 2,115 bilhões.
Até agora, os três maiores bancos que já publicaram seus números dos nove meses de 2007 (Itaú, Bradesco e Santander) já ultrapassam o lucro anual de 2006.

O Bradesco teve lucro de R$ 5,817 bilhões em 2007, ante R$ 5,205 bilhões (janeiro a dezembro de 2006 ajustado pelo IPCA). O Santander anotou R$ 1,309 bilhões nos nove meses de 2007 contra R$ 828 milhões.
O Bradesco é o segundo maior banco por ativos entre os bancos de capital aberto da América Latina e o maior entre bancos privados do continente, o Banco do Brasil atualmente se encontra na liderança geral entre as instituições no país. O Itaú, por sua vez, segundo a Economática, é o quarto maior banco de capital aberto da América Latina, atrás ainda do Santander BR/ABN Brasil.

É, realmente os bancos devem passar por muitas dificuldades né.
Depois todo mundo acha ruim quando os bancários fazem greve, tem mais é que fazer mesmo, tirar dinheiro dos mercenários que enriquecem em cima dos juros praticados pelo nossa política econômica de merda.

Anos 20 e 30 inspiram filme sobre Noel Rosa


Vamos ver se o filme irá contar mesmo a história como foi.
Se começar pelo figurino, tem grande chance.

Quem tem medo da Bolha ???

Reportagem da revista Exame

(Copyright © 2006, Editora Abril S.A.), Por Sérgio Teixeira Jr.

O retrato da nova bolha da internet.

Empresa de internet com nome bizarro mas crescimento explosivo no número de usuários apresenta sua idéia para um fundo, consegue alguns milhões de dólares de capital de risco -- e sai à procura de um modelo de negócios.

Esta foi a receita da bolha da internet no final da década passada, e ao que tudo indica está acontecendo de novo. Tome como exemplo a SayNow, uma companhia americana que criou um sistema para aproximar o público das celebridades. Em troca de uma pequena taxa, o fã pode ouvir um recado pré-gravado ou mandar um recado pelo celular para sua banda favorita. Não há garantia nenhuma de que os artistas vão ler a mensagem, muito menos respondê-la. Mesmo assim, a SayNow obteve 7,5 milhões de dólares de investimento de risco do fundo Shasta Partners. Como ela, dezenas de outras companhias iniciantes que pipocam no Vale do Silício estão recebendo dinheiro sem oferecer muito mais do que uma promessa. O nível de atividade dos fundos de capital de risco é o mais alto em seis anos. O índice da bolsa Nasdaq, na qual estão listadas as principais empresas de tecnologia, cresceu cerca de 20% neste ano. Embora ainda esteja distante dos fatídicos níveis do ano 2000, é a melhor performance da década. Mas nenhum desses sinais é tão poderoso quanto a foto do sorridente Mark Zuckerberg, o fundador da rede social Facebook.
Zuckerberg lançou o site em 2004, aos 19 anos, num dormitório de Harvard. No ano passado, recusou uma oferta de vender a empresa por 1 bilhão de dólares para o Yahoo! e deixou muita gente perplexa. Na metade deste ano, as conversas já falavam num valor de 10 bilhões de dólares. Quando a Microsoft anunciou a com pra de uma participação de somente 1,6% no Facebook, por 240 milhões de dólares, foi definida a valorização da empresa: 15 bilhões de dólares. Essa cifra astronômica se explica em parte pela disposição da Microsoft de pagar o quanto fosse necessário para manter o Facebook fora das mãos do Google. Mas ficou no ar a sensação de que a exuberância está de volta -- e a irracionalidade vem logo atrás. O Facebook é essencialmente um Orkut, mas muito mais sofisticado tecnologicamente. Sua receita vem da venda de publicidade em suas páginas. O problema é que o faturamento da empresa não deve passar de 150 milhões de dólares neste ano, apenas um centésimo de seu valor.
"Há muita coisa acontecendo, e isso não é racional", diz Tim O'Reilly, dono da editora que leva seu nome e autor do termo web 2.0. "Muita gente vai perder o emprego." O blog TechCrunch, que acompanha a movimentação de empresas novatas no Vale do Silício, contou 23 falências desde janeiro. É verdade que a movimentação recente tem algumas diferenças importantes em relação ao que se viu nos anos 90. A primeira delas é no acesso ao mercado de capitais. A maior parte dos investimentos se concentra em empresas que só existem na internet e buscam criar ferramentas de interação, o que se costuma chamar de web 2.0. Não se tem notícias da volta de empresas baseadas em idéias extravagantes, mas inexeqüíveis, como o site Priceline, que prometia vender de tudo em leilões online. A maioria das novas empresas se dedica a criar relacionamentos e comunidades, um tipo de serviço que exige investimentos muito menores do que criar uma loja virtual para bichos domésticos (como a Pets.com, uma das mais célebres idéias furadas da época da bolha). A urgência em abrir o capital para financiar o crescimento rápido deixou de existir, e com ela o risco de um estrago que tenha efeitos duradouros na economia "real".
Mas algumas das características da bolha permanecem inalteradas. Uma delas é usar a audiência como moeda. Uma das empresas mais bem-sucedidas da onda recente é o Twitter, espécie de miniblog em que os usuários enviam mensagens de até 140 caracteres pelo computador ou pelo celular. Embora pouca gente saiba dizer qual é a finalidade do serviço, ele é extremamente popular. Um levantamento recente da empresa de pesquisas Forrester Research indicou que 6% da população adulta dos Estados Unidos troca mensagens por ali. Não há publicidade nenhuma no Twitter, e o serviço é gratuito. Mas o Twitter tem valor, diz Peter Kim, da Forrester: "Se você quer atingir uma audiência rica, bem-educada e antenada, não há outro canal de comunicação melhor". O que ainda não se sabe é se haverá alguma empresa disposta a pagar por isso.
A volta da exuberância irracional? Por que aumentam os temores de uma nova bolha de internet dos anos 90 O Facebook foi avaliado em 15 bilhões de dólares, apesar de faturar apenas 150 milhões neste ano As ações do Google passaram de 600 dólares, e a empresa já tem mais valor de mercado que a IBM Os investimentos voltaram a ser feitos com base em números de usuários e audiência, não em receitas Aatividade dos investidores de risco está no nível mais alto desde o início da década
Os otimistas, é claro, dizem que falar em bolha é um exagero. A população conectada à internet já chega a 1,3 bilhão de pessoas, e os lucros crescentes do Google são uma prova irrefutável de que é possível ganhar dinheiro com publicidade online. Marc Andreesen, fundador da Netscape, empresa cujo IPO é considerado o início da corrida especulativa da década passada, afirma que sem esses altos e baixos não há desenvolvimento. "A psique humana parece ter necessidade de prever tragédias", escreveu ele recentemente em seu blog. "Se você der ouvidos a quem fala em bolhas ou quebras, tem de estar preparado para ficar completamente fora do mercado de ações e do mercado de tecnologia -- quase todos os anos da sua vida." O veterano Andreesen não é um observador imparcial, muito pelo contrário. Ele foi um dos fundadores da Ning, empresa de tecnologia que desde sua fundação, dois anos atrás, já recebeu 44 milhões de dólares em capital de risco. A Ning fornece os instrumentos para que qualquer internauta crie a própria rede de relacionamentos. Em outras palavras, ele quer multiplicar os imitadores do Facebook, Orkut e MySpace. Pelo jeito, quanto mais cheia de ar estiver a atual bolha, mais Andreesen vai faturar.

Eu vi, vivi e sobrevivi no passado, não tenho medo de um novo estouro, apenas lamento não ter tido nenhuma idéia para pegar uma fatia desses milhões.