22 de ago de 2012

Bicicleta elétrica da Ducati chega ao Brasil por R$ 8,6 mil

Não adianta reclamar do preço.

Esse tipo de produto só vem para essa porcaria de país pois tem um monte de otário que vai comprar e se exibir pelas ruas, principalmente aqui de São Paulo.

21 de ago de 2012

Voluntarios

Se voce tiver a coragem de ser voluntario da Fifa e do COI desculpe.
Voce é um otário.

Voltei

É meus amigos e amigas.

Nem sei se alguém lia, leu ou vai ler alguma coisa nesse blog.

Só quero informar que voltei e espero seguir uma rotina semanal (no mínimo) para alimentar esse espaço. Espaço que sugriu para as aulas de Globalização e Cultura e que depois foi se transformando em uma privada mundial.

Até mais.

Dói

O incrível mensalão

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Infelizmente os poderosos vão continuar estuprando o país.

É pizza para todo lado!

3 de mar de 2010

Unesp apura denúncia de sexo explícito em festa de recepção de alunos em SP

Casal praticou sexo em sofá na frente de várias pessoas em Araçatuba.
Universidade tenta identificar envolvidos para estudar medidas a aplicar.

A direção da Unesp de Araçatuba, no interior de São Paulo, vai apurar a denúncia de sexo explícito em uma festa em uma boate promovida pelos veteranos, na noite de segunda-feira (1º), para receber os calouros dos cursos de odontologia e veterinária.

Leia matéria completa aqui.

OOOHHH, agora as faculdades resolveram abrir os olhos.

Puta hipocrisia, sempre aconteceu isso em qualquer faculdade, particular ou pública, é trote, é sexo, é bebida, é droga.

Agora vem com puritanismo.

Bando de filhos da puta.

4 de fev de 2010

Proteste você também

PELO DIREITO OLÍMPICO DE SE ESTUDAR E PESQUISAR ESTUDOS OLÍMPICOS NO BRASIL

POR KATIA RUBIO, professora da Escola de Educação Física e Esporte da Universidade de São Paulo

Desde que ingressei na Universidade de São Paulo como docente fui posta à prova em um processo seletivo, três concursos, além das bancas de mestrado, doutorado e livre docência.

Essa é a razão de ser da vida acadêmica. Sem contar na participação dos inúmeros editais que concederam auxílios ou bolsas aos projetos de pesquisa que desenvolvo. Com isso quero dizer que estou acostumada a ser avaliada e julgada de forma quase que ininterrupta há muitos anos.

Penso que aceitei o desafio da vida acadêmica porque fui criada e educada dentro do esporte. Aprendi ao longo da minha vida esportiva que o sucesso é o resultado de um processo que envolve dedicação, disciplina, determinação e que perder e ganhar faz parte do jogo. Nem sempre ganhando, nem sempre perdendo, mas aprendendo a jogar, já cantava Elis. Tive a felicidade de contar com excelentes professores e técnicos que apontavam a todo instante a fundamentação ética dessa atividade, sem necessariamente evocar essas palavras.

Talvez venha daí o meu compromisso como pesquisadora e educadora: tive grandes mestres que adotaram uma pedagogia mimética e me inspiraram a fazer o mesmo.

Quando me dediquei ao estudo, ensino e pesquisa da Psicologia do Esporte e dos Estudos Olímpicos os fiz porque tinha a convicção da importância que esse fenômeno representa para a sociedade. Isso não é nenhuma novidade, uma vez que Thomas Arnold, no século XIX já havia observado essa possibilidade na sociedade inglesa da época e pautando-se nessa convicção fundou a Rugby School. Dessa experiência pedagógica resultou a obra Tom Brown’s Schooldays. Hughes foi aluno de Thomas Arnold na escola de Rugby, marco da institucionalização do esporte nas escolas inglesas, e na obra Tom Brown’s relatou de forma romanesca e apaixonada o cotidiano e as preocupações de uma pedagogia pelo esporte. Essa foi uma das obras que inspirou o Barão Pierre de Coubertin a edificar seu ideário olímpico, tema central dessa manifestação.

O estudo do fenômeno olímpico me inspira de diferentes formas, seja por seus aspectos macro que envolve a história, bem como as questões sociais e filosóficas, até seu âmbito mais específico relacionado basicamente à psicodinâmica do atleta e das equipes esportivas. Entendo que reside na compreensão desse continun – sujeito-sociedade – o sucesso de uma intervenção que não é apenas clínica, mas essencialmente social.

Vejo "milagres" sociais serem operados por meio do esporte, e não apenas o olímpico, mas afirmo que é o esporte olímpico que fornece muitos grandes exemplos para que milhões de crianças desenvolvam o desejo do vir a ser. E é nisso que eu aposto minhas fichas, minha energia de vida e meu vigor acadêmico: no estudo do fenômeno olímpico e em suas reverberações em diferentes indivíduos, sejam eles crianças ou adultos, que se refletirão nos movimentos da sociedade de forma mais ampla.(...)

(...)Há anos estamos trabalhando na realização de projetos de educação olímpica em consonância com o pensamento de Pierre de Coubertin. Pensei que a realização dos Jogos Olímpicos no Brasil fosse o momento oportuno e privilegiado para multiplicarmos essas ações que já ocorrem dentro de uma perspectiva de educação não-formal e informal. Nós da área acadêmica temos essa estranha mania de ter fé na vida e acreditar em coisas improváveis ou mesmo impossíveis.

Na última quinta-feira, 28 de janeiro de 2010 tomei contato com um documento do Comitê Olímpico Brasileiro que me informa que devo recolher o livro Esporte, educação e valores olímpicos. Essa notícia além de me surpreender me causou enorme espanto por conta das alegações utilizadas para tal. Conforme o documento "o uso dos termos ‘olímpico’, ‘olímpica’, ‘olimpíada’, ‘Jogos Olímpicos’ e suas variações… são de uso privativo do Comitê Olímpico Brasileiro no território brasileiro."

Voltamos ao tempo da Inquisição onde apenas os iniciados poderiam fazer parte dos mistérios e os livros e publicações indexados deveriam ser expurgados impingindo aos descuidados o calor das chamas das fogueiras? É sempre bom lembrar que Hitler também fez suas escolhas de obras indexadas e termos permitidos.

O livro Esporte, educação e valores olímpicos foi gestado muito antes do anúncio da candidatura do Rio de Janeiro, uma vez que não tínhamos em nosso país nenhuma obra dedicada aos jovens para tratar do tema Olimpismo. Criei também um guia didático para uso dos professores em sala de aula apontando como usar o material como tema transversal, aproximando assim nossa tão desrespeitada educação física escolar de disciplinas "nobres" como a língua portuguesa, história, geografia, biologia etc.

Como diria Luther King "I have a dream" e continuarei a tê-lo, independente da ação do COB. Meu sonho continua vinculado ao país que tenho e ao país que desejo ter, e como o esporte pode contribuir para essa realização.

Publicar livros é dever de ofício de pesquisadores, principalmente das ciências humanas, e esse último é mais um entre os muitos que ainda pretendo publicar sobre o tema olímpico. Tenho um livro no prelo sobre as Mulheres Olímpicas Brasileiras. Que faço diante disso? Nomeio o inominável ou deixo que pisem as flores de meu jardim como no poema em homenagem a Maiakovsky?

"[...]
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores, matam nosso cão, e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo, arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada.
[...]"

Conto com o apoio de todos aqueles que estudam, pesquisam, ensinam e publicam sobre Olimpismo, Educação olímpica, Valores olímpicos, Ideais olímpicos, Imaginário olímpico, os deuses olímpicos não atletas, os heróis olímpicos de hoje e da Antiguidade para que essa forma de censura não se abata sobre nossas produções, para que prevaleça a liberdade de pesquisa e de expressão e para que o conhecimento possa chegar a toda a sociedade, saindo dos círculos restritos da universidade e contribuindo para uma sociedade mais justa e um país melhor.

Se de alguma forma essa notícia também lhe causa perplexidade escreva para:

carlos.nuzman@cob.org.br

andre.richer@cob.org.br

presidência@cob.org.br

e manifeste sua opinião.

A Família Olímpica

POR GUSTAVO PIRES, professor da Universidade Técnica de Lisboa

Há pessoas que no âmbito do Movimento Olímpico se julgam no direito de decidir quem pode e quem não pode dedicar-se ao estudo e à investigação das questões do Olimpismo. Na sua profunda ignorância e pesporrência estão convencidos que são proprietários de algo que os transcende. Quer eles queiram quer não, o Olimpismo é propriedade da Humanidade e não de uma qualquer casta que numa atitude profundamente xenófoba se gosta de chamar a si própria de "família olímpica".

Em Portugal, os dirigentes do Comité Olímpico de Portugal (COP) também se julgavam no direito de decidir quem podia ou não utilizar as palavras olímpico, Olimpismo ou, entre outras, Jogos Olímpicos, convencidos de que eram proprietários não só dos conceitos em si, como das próprias palavras que pertencem, como qualquer pessoa de bom senso sabe, à língua portuguesa e aos seus falantes.

Em conformidade, pretenderam acabar com uma organização de seu nome Fórum Olímpico de Portugal.

Para o efeito, contrataram um dos maiores escritórios de advogados do país mas o tiro saiu-lhes pela culatra.

Os Tribunais portugueses decidiram que a lei não lhes concedia o monopólio do uso das palavras pelo que o Fórum Olímpico de Portugal continua de boa saúde a produzir conhecimento na área do Olimpismo.

Entretanto, tomamos conhecimento que o Comité Olímpico Brasileiro (COB) quer obrigar uma investigadora da Universidade de São Paulo de seu nome Kátia Rúbio que investiga e publica há vários anos sobre a problemática do Olimpismo, a recolher o seu último livro intitulado "Esporte, Educação e Valores Olímpicos"! Tal como cá, os caras lá do Brasil também se julgam proprietários das palavras olímpico, olímpica, olimpíada, Jogos Olímpicos e suas variações...!!!

Há uns anos, tivemos a oportunidade de assistir no Rio de Janeiro a uma conferência sobre Olimpismo proferida precisamente pelo presidente do COB.

O que a generalidade das pessoas no fim da conferência comentou foi que o cara falou de dinheiro, de muito dinheiro, de marketing, de investimentos e de todos os termos possíveis e imaginários na área económica e financeira, contudo, ninguém o ouviu falar de Olimpismo, de valores do desporto, de educação ou de desenvolvimento humano.

O problema é que, como a generalidade dos dirigentes do Movimento Olímpico não fala sobre o Olimpismo e os seus valores, quer obrigar os outros a fazer o mesmo.

Não poderá Lula da Silva meter o sujeitinho na ordem.

Em Portugal foram os Tribunais através dos doutos acórdãos dos juízes que o fizeram.

O processo pode ser consultado em: www.forumolimpico.org

Veja mais em http://cev.org.br/, de onde este blog extraiu os dois escritos acima.

Por Juca Kfouri às 01h19

Copy / Paste direto e revoltante.

3 de nov de 2009

Morre Claude Lévi-Strauss

Ele é considerado o fundador da Antropologia Estruturalista.
Entre 1935 e 1939, lecionou sociologia na USP.

Indisponivel/Indisponivel

Foi anunciada nesta terça-feira (3) a morte do antropólogo Claude Lévi-Strauss. A informação é da editora do intelectual, pela qual o falecimento teria ocorrido entre sábado e domingo. Criado em Paris, ele nasceu em Bruxelas em 28 de novembro de 1908. Fundador da Antropologia Estruturalista, é considerado um dos intelectuais mais relevantes do século 20.

Membro de uma família judia francesa intelectual, Lévi-Strauss estudou Direito e Filosofia na Sorbonne, em  Paris. Lecionou sociologia na recém-fundada Universidade de São Paulo (USP), de 1935 a 1939, e fez várias expedições ao Brasil central.

Ali passou breves períodos entre os índios bororós, nambikwaras e tupis-kawahib, experiências que o orientaram definitivamente como profissional de antropologia.

Continua…

21 de out de 2009

07h23 - 21/10/2009 A publicidade da Vale azedou relação com o PT

A Vale gastou R$ 178,8 milhões em publicidade nos últimos 12 meses terminados em setembro. A conta de propaganda da mineradora foi entregue a Nizan Guanaes, o marqueteiro predileto do PSDB ao longo de quase duas décadas. FHC e José Serra, entre outros, foram clientes de Nizan.

No mercado publicitário, R$ 178,8 milhões é considerado um valor alto. Como comparação, a marca de sabão em pó OMO consumiu R$ 141,7 milhões no mesmo período. Os dados são do Ibope Monitor. Há também um outro dado curioso: mineradoras no mundo todo não costumam fazer publicidade, pois o seu produto (minério) não é vendido ao consumidor final.

Esse gasto com propaganda e a escolha de Nizan foram dois fatores relevantes para que azedasse a relação entre a Vale e o Palácio do Planalto, sobretudo entre o PT e a Vale.

Embora privatizada, a Vale tem participação acionária robusta de fundos de pensão das principais empresas estatais federais –esses fundos são controlados de maneira rígida por pessoas ligadas ao PT. Muitos petistas enxergaram como uma afronta ao governo no atual período pré-eleitoral o gasto de R$ 178,8 milhões em publicidade e a entrega da conta a um marqueteiro “tucano”.

Não é à toa que Nizan Guanaes esteve recentemente em Brasília para conversar com Franklin Martins, o ministro da Secretaria de Comunicação de Lula. Franklin é o responsável por toda a área publicitária federal.

Essas conexões sempre complexas entre política e publicidade foram abordadas hoje na coluna Brasília, da Folha de hoje (21.out.2009). A íntegra está aqui.

Sem comentários.

28 de set de 2009

O que é motivação

Direto do Webinsider.

28 de setembro de 2009, 11:33

Motivar sua equipe de vendas é coisa séria, que requer planejamento e estudo aprofundado da equipe. Bagunça não.

Por Ricardo Veríssimo

Muitos leitores da coluna me pediram para fazer novamente um artigo baseado em casos reais. Como nada acontece por acaso, fui premiado ao presenciar um acontecimento em um fast food localizado no centro do Rio de Janeiro.

Ao chegar no fast food, onde tem um sanduíche de frango delicioso, fui recebido com palmas e gritos. Uma operadora de caixa gritou:

- Aqui senhor! Aqui! A outra caixa é lenta.

Eu que gosto de ir neste local, que tem boas acomodações e é sempre silencioso e espaçoso, fiquei apavorado. Perguntei a caixa se ela ganhava comissão, por estar disputando os clientes com a outra caixa, sem que houvesse fila.

A cada cliente que entrava, as atendentes gritavam e comemoravam, num frenesi completamente sem padrão e assustador.

Acredito que a direção da empresa não saiba desta tentativa equivocada de motivação. Não consigo conceber que tal ato tenho sido criado por uma equipe de marketing ou de vendas. Se a ação era para chamar a atenção dos clientes, pior ainda. Peguei meu lanche e fui à sobreloja, de onde ouvia a algazarra e a reação das pessoas que passavam em frente e olhavam assustadas, pensando se tratar de briga ou algo parecido.

O caso me fez escrever sobre motivação de equipes de vendas, pois não foi a primeira vez que presenciei ações completamente desastradas de motivação.

O que é motivação?

Conjunto de fatores psicológicos (conscientes ou inconscientes) de ordens fisiológicas, intelectuais ou afetivas, os quais agem entre si e determinam a conduta de um indivíduo, despertando sua vontade e interesse para uma tarefa ou ação conjunta.

Fonte: Portal do Marketing.

Motivação é um processo que acontece de dentro pra fora. Ou seja, depende do que cada indivíduo deseja, do que o motiva a comprar, a trabalhar melhor, a vender etc.

Um plano de motivação precisa ser antes de tudo direcionado. É preciso saber qual a meta a ser atingida com a ação motivadora.  Quando vamos implementar um plano de motivação para uma equipe de vendas, precisamos conhecer a equipe, saber o que motiva cada indivíduo e saber que um pode ser motivado por dinheiro e outro não. Para isso é bom conhecer a pirâmide de necessidades de Maslow.

Maslow define uma hierarquia das necessidades humanas. Em ordem crescente que começa na base da pirâmide e termina no topo, as necessidades são numeradas em ordem crescente, das básicas (base) às avançadas (topo).

  • 1. Necessidades fisiológicas (básicas), tais como a fome, a sede, o sono, o sexo, a excreção, o abrigo;
  • 2. Necessidades de segurança, que vão da simples necessidade de sentir-se seguro dentro de uma casa a formas mais elaboradas de segurança como um emprego estável, um plano de saúde ou um seguro de vida;
  • 3. Necessidades sociais ou de amor, afeto, afeição e sentimentos, tais como os de pertencer a um grupo ou fazer parte de um clube;
  • 4. Necessidades de estima, que passam por duas vertentes, o reconhecimento das nossas capacidades pessoais e o reconhecimento dos outros face à nossa capacidade de adequação às funções que desempenhamos;
  • 5. Necessidades de auto-realização, em que o indivíduo procura tornar-se aquilo que ele pode ser: “O que os seres humanos podem ser, eles devem ser: eles devem ser fiéis à sua própria natureza!”.

A motivação para melhoria do desempenho

Motivar é uma forma de mudar a atitude de um individuo através de um estímulo. Para mudar uma pessoa, você precisa conhecer quais são seus ideais, planos de vida etc.

Dinheiro é sim um fator motivacional para equipe, mas não é o único e depende do quanto as suas necessidades, respeitando a escala, foram saciadas. Existem outras formas de motivação melhores, como treinamentos, palestras, prêmios e metas.

Plano de motivação

Na implantação de um plano de motivação para sua equipe, não esqueça dos fatores e dicas abaixo:

  • As metas podem ser inteligentes e desafiadoras, mas devem ser possíveis;
  • Deixe sempre que cada um encontre sua forma de chegar, ou seja, seu caminho;
  • Acompanhe a equipe constantemente, ouça e dê feedback da performance geral e individual;
  • Dinheiro é importante, mas um elogio público pode ser mais valioso para o funcionário;
  • Tenha regras claras e transparentes;
  • Ofereça uma forma do vendedor procurar ajuda especializada (um consultor externo, professor etc);
  • Identifique e gerencie a orientação motivacional dos seus colaboradores;
  • Faça uso das emoções e dos sentimentos para motivar e comprometer.

Espero ter mostrado que motivação não é brincadeira e bagunça, não é bater palmas e contar músicas, não é dar pulinhos, gritinhos e muito menos brincar de roda com os vendedores.

Sim, tudo isso pode ser usado, mas com um objetivo, uma meta, muito bem organizado e planejado. Palavras não mostram quem você é na totalidade; mas suas atitudes sim. Chamar funcionário de colaborador e tratá-lo como um senhor feudal não adianta nada.

Terminamos aqui este artigo e espero que tenham gostado. Críticas, sugestões, dúvidas e propostas são bem-vindas sempre. Até a próxima, um abraço e fica a frase da vez.

Mesmo as noites totalmente sem estrelas podem anunciar a aurora de uma grande realização.
Martin Luther King

Referências bibliográficas

Pirâmide das Necessidades de Maslow

[Webinsider]

28 de ago de 2009

Após exames, José Alencar diz que seu tumor voltou a crescer

O vice-presidente José Alencar fez exames nesta sexta-feira (28), no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo, que comprovaram o aumento do tumor em seu abdôme.

Tudo, aqui.

Sempre falo desse homem, já citei nosso VP até em uma palestra que fiz.

Ele é exemplo de luta pela vida, só isso.